Pular para o conteúdo principal

Sorte boa

Eu e Júlia assistindo tv.
A menina do programa ia ganhar um irmãozinho e estava triste porque queria uma irmãzinha.


Júlia: Mãe,  ela queria uma irmãzinha...


Eu: Sim, filha...


Júlia: Como eu fui sortuda, né mãe?? Ganhei a 
Joaninha!



A sortuda e seu presente em tempos de catapora...

Sortuda sou eu, minha filha, que ganhei vocês duas!

Comentários

  1. Que lindas! Mesmo em tempos de catapora!
    bjos

    ResponderExcluir
  2. É sortuda mesmo, com estas duas princesas !!!
    bjão

    ResponderExcluir
  3. Não sou??!!!! Pensa no tamanho do orgulho...

    ResponderExcluir
  4. Pois é... a catapora marcou mais a Joaninha... mas ela é uma coisa de fofa até pintadinha!!

    ResponderExcluir
  5. Ah que fofa a Julia! e realmente vc é mto sortuda Fabi, por essas meninas lindas.
    Bjos nas 3.

    ResponderExcluir
  6. Que delícia isso, não, Fabi? A Julia é um doce mesmo e a joana é linda! Quer
    dizer, as duas são lindas! Você é  mesmo sortuda! É como eu me sinto com
    Pequeno Léo, que continua dando trabalho para dormir, mas no resto, é
    um amorzinho!

    Bjs

    ResponderExcluir
  7. Ai que amaaaada!
    Não dá um apertinho bom no peito nessa hora? Uma certeza que se está fazendo tudo certo?
    Beijos 

    ResponderExcluir
  8. Flávia, querida!! Joana também anda me dando bailes noturnos... vou voltar a comentar por aqui sobre isso... mas até blogar anda difícil pra essa alma insone... :-(

    ResponderExcluir
  9. Ah, Dani... tenho muito orgulho dessa minha menina! E o amor dela pela irmã encanta!! :-)

    ResponderExcluir
  10. Que LINDO isso!!!!
    Deus abençõe essa família linda demais!
    Uau!

    Bjos e bençãos.
    Mirys
    www.diariodos3mosqueteiros.blogspot.com

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Diz o que achou, conte da sua experiência.
Comenta! Suas palavras me inspiram...

Postagens mais visitadas deste blog

Parto da Jade

Passei a gestação inteira dizendo que ela chegaria no mês de julho. Estratégia para aplacar a ansiedade alheia, já que doce espera sempre teve mais a ver com puta agonia pra mim. Não vou mentir, parece piada, mas não consigo curtir gravidez. Passo muito mal no início, depois fico mega prostrada, minha irritabilidade alcança níveis desumanos (pergunta lá pro marido!) e, por fim, engordo absurdamente. Não vejo graça. Lógico que tem o lado bom da coisa. Cabelos sedosos, filas preferenciais e, claro, o bebê que tá lá dentro. Quando os chutes não miram suas costelas, posso garantir, não há melhor sensação no planeta.
A DPP (data prevista pro parto), dia em que a gestação alcança 40 semanas, era 27 de junho. Eu tinha toda a fé do mundo que ela chegaria bem antes disso. Era tanto cansaço que rolava, uma impaciência tão grande da minha pessoa, que o bebê obviamente desejaria sair logo dali. Ambiente desfavorável. E eu conversava incansavelmente com a barriga sobre as vantagens de se viver aqui…

O parto dos gêmeos - Parte 3 (final)

Depois de finalizar a burocracia da internação, fomos finalmente para o quarto onde ficamos acompanhando as contrações que estavam mais ou menos de 3 em 3 minutos. E assim seguiram até 5h da manhã quando tive uma parada de progressão. Parou. Tudo. Eu não sentia mais absolutamente nada. Lembro-me bem do medo. Medo de chegar até ali e acabar morrendo na praia. Eu estava então com 5 cm de dilatação. Voltar para casa não era mais possível. "- Só sairemos desse hospital com os bebês nos braços.", falou Dra. Caren. Juan ficou super ansioso com isso! Eu e Taíza começamos a caminhar pelo hospital, subimos e descemos as escadas. Todos olhavam para nós. Eu devia ser a maluca do parto normal de gêmeos. Chamamos uma acunpunturista para fazer uma sessão de indução. Taíza deu uma saída para preparar um chá especial pra mim, tomar um banho e trazer mais óleo de rícino pra eu tomar. E nada acontecia. Eu não sentia mais nada.




Já por volta das 15h30 do dia 18/09, após 10h esperando o retorno d…

Eu sou gorda?

Eu nem sei quantas vezes devo ter feito essa pergunta à minha mãe. Nem sei se a fiz um dia. Lembro de me olhar no espelho e ter uma única certeza... eu era gorda. Aliás, era essa a única forma de me magoar com palavras (e meus irmãos sabiam bem disso, valeu galera!!). Já fiz dietas loucas, já fiquei sem comer para compensar, já chorei litros porque o espelho era mau comigo. Sofri horrores a minha infância inteira por conta da barriga. Minhas amigas sempre eram baixinhas e magrinhas... eu sempre fui grande, larga, forte. Vendo as fotos antigas nem me acho gorda. Cheinha, talvez. Mas o bullying (agora que tem nome bonito não vou deixar de usar) sofrido por anos deixou marcas que me acompanham e ainda me assombram.
Depois que me tornei mãe da Júlia meu maior medo era que ela passasse pelo o que passei.
Com 1 mês e meio de vida Júlia começou a tomar complemento, pois eu não tinha leite (e nem informação) suficiente. Ela rapidamente ganhou peso e desde então sua barriguinha se mostrou salien…