Pular para o conteúdo principal

Joana


Imagem retirada do Google Imagens

Faz tempo não passo por aqui pra falar dela. Só dela. Dia 10 passado (olha o tamanho do atraso!) ela completou 9 meses de vida extra-uterina. Resolvi comemorar assando um bolo de chocolate feito com mistura para bolo orgânica! Aprovado! Ao final do dia fomos ao cinema. A primeira vez dela e a minha primeira vez depois que ela nasceu! Que saudades eu estava daquela sala escura, daquela telona gigante e daquela pipoca... hummmm! Ela se comportou super bem! Ficou um pouco inquieta e assustada nos trailers porque, convenhamos, o som fica alto demais. Depois pendurou no peitão e mamou e dormiu o filme inteiro! O filme escolhido foi "Os Pinguins do Papai". Achei bem bacaninha... tipo comédia Jim Carrey mesmo. Super bem feito! Recomendo!

Ah!! Na véspera, dia 09/07, ela começou a engatinhar de verdade e desde então não pára mais em colo nenhum! O negócio dela é chão, chão, chão!!!

Comentários

  1. Esses dias atrás tbém fui ao cimena só eu e a Letícia, percebi que ela nadava carente e quis fazer um programinha mamãe e filhinha pra ela se sentir especial. O Arthur ainda nao estreou no cinema, acho ele mto novinho ainda, mas assim que der vou leva-lo.
    Fabi gostei do seu novo sistema de comentarios, queria instalar la no blog, mas tenho uma duvida: vc perde os comentarios anteriores do blogger?
    Bjaoo

    ResponderExcluir
  2. Engatinhando? Que fofa!
    Eu e Lorenlindo vamos no cinematerna todas as quintas. Sagrado!
    Beijos

    ResponderExcluir
  3. Eu não consigo ir ao cinematerna por conta do horário... choca com o meu trabalho... snif...

    ResponderExcluir
  4. Cin, confesso que perdi uns comentários da página do blogger, mas eles aparecem no meu perfil do DISQUS...
    Tenho gostado dele por enquanto! ;-)

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Diz o que achou, conte da sua experiência.
Comenta! Suas palavras me inspiram...

Postagens mais visitadas deste blog

Parto da Jade

Passei a gestação inteira dizendo que ela chegaria no mês de julho. Estratégia para aplacar a ansiedade alheia, já que doce espera sempre teve mais a ver com puta agonia pra mim. Não vou mentir, parece piada, mas não consigo curtir gravidez. Passo muito mal no início, depois fico mega prostrada, minha irritabilidade alcança níveis desumanos (pergunta lá pro marido!) e, por fim, engordo absurdamente. Não vejo graça. Lógico que tem o lado bom da coisa. Cabelos sedosos, filas preferenciais e, claro, o bebê que tá lá dentro. Quando os chutes não miram suas costelas, posso garantir, não há melhor sensação no planeta.
A DPP (data prevista pro parto), dia em que a gestação alcança 40 semanas, era 27 de junho. Eu tinha toda a fé do mundo que ela chegaria bem antes disso. Era tanto cansaço que rolava, uma impaciência tão grande da minha pessoa, que o bebê obviamente desejaria sair logo dali. Ambiente desfavorável. E eu conversava incansavelmente com a barriga sobre as vantagens de se viver aqui…

O parto dos gêmeos - Parte 3 (final)

Depois de finalizar a burocracia da internação, fomos finalmente para o quarto onde ficamos acompanhando as contrações que estavam mais ou menos de 3 em 3 minutos. E assim seguiram até 5h da manhã quando tive uma parada de progressão. Parou. Tudo. Eu não sentia mais absolutamente nada. Lembro-me bem do medo. Medo de chegar até ali e acabar morrendo na praia. Eu estava então com 5 cm de dilatação. Voltar para casa não era mais possível. "- Só sairemos desse hospital com os bebês nos braços.", falou Dra. Caren. Juan ficou super ansioso com isso! Eu e Taíza começamos a caminhar pelo hospital, subimos e descemos as escadas. Todos olhavam para nós. Eu devia ser a maluca do parto normal de gêmeos. Chamamos uma acunpunturista para fazer uma sessão de indução. Taíza deu uma saída para preparar um chá especial pra mim, tomar um banho e trazer mais óleo de rícino pra eu tomar. E nada acontecia. Eu não sentia mais nada.




Já por volta das 15h30 do dia 18/09, após 10h esperando o retorno d…

Eu sou gorda?

Eu nem sei quantas vezes devo ter feito essa pergunta à minha mãe. Nem sei se a fiz um dia. Lembro de me olhar no espelho e ter uma única certeza... eu era gorda. Aliás, era essa a única forma de me magoar com palavras (e meus irmãos sabiam bem disso, valeu galera!!). Já fiz dietas loucas, já fiquei sem comer para compensar, já chorei litros porque o espelho era mau comigo. Sofri horrores a minha infância inteira por conta da barriga. Minhas amigas sempre eram baixinhas e magrinhas... eu sempre fui grande, larga, forte. Vendo as fotos antigas nem me acho gorda. Cheinha, talvez. Mas o bullying (agora que tem nome bonito não vou deixar de usar) sofrido por anos deixou marcas que me acompanham e ainda me assombram.
Depois que me tornei mãe da Júlia meu maior medo era que ela passasse pelo o que passei.
Com 1 mês e meio de vida Júlia começou a tomar complemento, pois eu não tinha leite (e nem informação) suficiente. Ela rapidamente ganhou peso e desde então sua barriguinha se mostrou salien…